Publicado em: 24/03/2020 17h58 – Atualizado em: 25/03/2020 15h15

Justiça Federal de Ponta Porã-MS continua realizando audiências de réu preso por videoconferência

 

                                                      Ambas as varas continuam cumprindo suas agendas de audiências de réus presos remotamente

 

A Justiça Federal de Ponta Porã/MS realizou nessa segunda-feira (23/03) mais uma audiência criminal de réu preso, por videoconferência (Ação Penal nº5001670-29.2019.4.03.6005), pelo sistema Cisco. Participaram da audiência, além da servidora auxiliar Ana Carla de Souza Vieira, o Procurador da República Marcelo José da Silva, as testemunhas de acusação J. A. de M. e F. G., a defesa do réu, advogada Priscila Fabiane Fernandes de Campos e o réu L. R. H. de A. no presídio de Naviraí/MS.

                                                                                                        

A juíza federal Carolline Scofield Amaral, titular da 1ª Vara, inicialmente, ouviu as testemunhas presentes remotamente e, em seguida, o réu, diretamente da penitenciaria de segurança máxima de Naviraí-MS. Antes da audiência, que durou três horas, teve oportunidade de conversar reservadamente com sua advogada dativa, através de contato telefônico.

 

O réu informou ter alguns problemas de saúde. Como o Ministério Público renunciou ao prazo recursal e o réu afirmou que deseja recorrer da sentença, a juíza já sentenciou na própria audiência, agilizando o andamento processual. Eletronicamente, a sentença já foi publicada e registrada e todos já foram intimados, bem como ordenado o devido pagamento à advoga de defesa.

 

Também foi ordenado que seja oficiada a penitenciaria de Naviraí para encaminhar o réu ao médico, para que seja tratado seus problemas de saúde de tuberculose e bronquite asmática, bem como receber a medicação adequada. 

 

Como enfatiza a juíza, as duas varas federais de Ponta Porã continuam realizando as audiências de réu preso, à distância, bem como a Justiça Federal e seus órgãos de apoio continuam trabalhando, graças à tecnologia que, na maioria das vezes, torna mais rápido o atendimento à população que dela necessita.

 

Leia a sentença na íntegra:

 

Ass. de Comunicação da JFMS