Justiça Federal e OAB/MS discutem digitalização dos processos físicos em todo o Estado de MS

Na tarde desta última segunda-feira (3/12) o Centro de Inteligência da Justiça Federal se reuniu com a Diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do sul (OAB/MS), para estreitar entendimentos com relação a digitalização dos processos perante a Justiça Federal em Mato Grosso do Sul.
O Juiz Federal Ney Gustavo Paes de Andrade explica que a reunião foi realizada para que seja divulgada a possibilidade de digitalização de todo o acervo de processos físicos.
“O objetivo dessa reunião era principalmente divulgar para os Advogados a possibilidade da digitalização dos processos que estão tramitando na JF e celebrar um convênio ou pelo menos iniciar as tratativas da Ordem com a Justiça Federal para acelerar essa digitalização, que é uma forma de atender aos interesses de todos, dos Advogados que terão uma prestação jurisdicional mais rápida e da própria Justiça Federal, que agilizará e atenderá a população de forma mais condizente”, destacou.
“Muitos Advogados ainda não tem conhecimento que a resolução do TRF3 foi alterada e possibilita a digitalização do processo físico em qualquer momento, porque antigamente só poderia acontecer em alguns momentos específicos. Isso não é de conhecimento de todos. Verificamos que muitos Advogados querem digitalizar, mas não sabem dessa possibilidade”, acrescenta o Juiz.
O Presidente da OAB/MS, Mansour Elias Karmouche ressalta a importância do assunto e lembra a decisão favorável do CNJ.
“É muito importante a discussão sobre a matéria uma vez que fomos ao CNJ e a decisão com relação a digitalização dos processos no TRF obteve uma decisão parcial, criando um processo híbrido de digitalização. É importante que os Advogados também tenham essa consciência que estamos trabalhando, mas criamos agora um novo ambiente para resolver essa questão”.
A Juíza Federal Monique Marchioli, salientou que é necessário um trabalho em conjunto.
“Nosso objetivo é principalmente conscientizar os Advogados que é um trabalho de cooperação e que vai beneficiar principalmente na questão da celeridade processual para as partes, para os Advogados e para a Justiça em si. Contamos com a cooperação dos Advogados para que realizemos esse trabalho, porque é um trabalho em conjunto”.
Esmaf sediou Curso de Formação em Centros Locais de Inteligência da Justiça Federal
A iniciativa pretende avaliar e otimizar atividades desempenhadas nas unidades da JF
A Escola de Magistratura Federal da 1ª Região promoveu, nos dias 4 e 5 de setembro, na em Brasília (DF), o Curso de Formação em Centros Locais de Inteligência da Justiça Federal. O público-alvo foram juízes federais e servidores atuantes nos Centros Locais de Inteligência da JF.
A capacitação tem por objetivo contribuir para que o Centro de Inteligência seja um espaço cooperativo e inclusivo, discutindo a gestão de precedentes (comunicação e cooperação), as soluções a partir do conflito, e o fluxo de trabalho nestas unidades.
Serão abordadas a questão da conciliação, demandas estruturais e repetitivas, além da sistemática dos Juizados Especiais Federais (JEFs).
A coordenação geral-científica do curso é do desembargador federal Antônio Souza Prudente e a coordenação científica da juíza federal Vânila Cardoso André de Moraes. Os trabalhos foram conduzidos pela juíza federal Clara da Mota Santos Pimenta Alves, pelo juiz federal Marco Bruno Miranda Clementino e pelo analista judiciário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marcelo Marchiori.
O curso teve a participação dos seguintes Formadores: Clara da Mota Santos Pimenta Alves, Juíza Federal da Subseção Judiciária de Ilhéus/BA, mestre em Direito, integrante do Conselho Consultivo e do corpo docente da Esmaf; Marcelo Marchioiri, Analista Judiciário do Superior Tribunal de Justiça, Assessor-Chefe do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes, membro do Centro Nacional de Inteligência da Justiça Federal; Marco Bruno Miranda Clementino, Juiz Federal Diretor do Foro da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte, membro do Centro Nacional de Inteligência da Justiça Federal, mestre e doutor em Direito, Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte; Vânila Cardoso André de Moraes, Juíza Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais, Coordenadora do Grupo Operacional do Centro Nacional de Inteligência da Justiça Federal, mestre em Justiça Administrativa e doutora em Sociologia e Direito, integrante do Conselho Consultivo e do corpo docente da Esmaf.
O curso contou com a participação do Juiz Federal, Dr. Moisés Anderson Costa Rodrigues da Silva, Presidente do CLI/MS e do Servidor Celso Neves, Integrante do CLI/MS.
O CLI/MS é composto por juízes de todas as áreas de atuação da Justiça Federal e de todos os Pólos de Gestão e tem um calendário de reuniões bimestrais, nas quais conta com participação de outros juízes e servidores, além de especialistas em outros ramos científicos, como Economia, Sociologia e Estatística.
Dão apoio operacional ao CLIMS o Núcleo de Apoio Judiciário – NUAJ, a Seção de Informática – SUIN e a Seção de Apoio à Conciliação – SAPC.
Contato:
Atos:
Portaria nº 369 de 19 de setembro de 2017 (CJF);
Portaria nº 34 de 30 de maio de 2018 (DFOR).
Justiça Federal e OAB/MS discutem digitalização dos processos físicos em todo o Estado de MS

Na tarde desta última segunda-feira (3/12) o Centro de Inteligência da Justiça Federal se reuniu com a Diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do sul (OAB/MS), para estreitar entendimentos com relação a digitalização dos processos perante a Justiça Federal em Mato Grosso do Sul.
O Juiz Federal Ney Gustavo Paes de Andrade explica que a reunião foi realizada para que seja divulgada a possibilidade de digitalização de todo o acervo de processos físicos.
“O objetivo dessa reunião era principalmente divulgar para os Advogados a possibilidade da digitalização dos processos que estão tramitando na JF e celebrar um convênio ou pelo menos iniciar as tratativas da Ordem com a Justiça Federal para acelerar essa digitalização, que é uma forma de atender aos interesses de todos, dos Advogados que terão uma prestação jurisdicional mais rápida e da própria Justiça Federal, que agilizará e atenderá a população de forma mais condizente”, destacou.
“Muitos Advogados ainda não tem conhecimento que a resolução do TRF3 foi alterada e possibilita a digitalização do processo físico em qualquer momento, porque antigamente só poderia acontecer em alguns momentos específicos. Isso não é de conhecimento de todos. Verificamos que muitos Advogados querem digitalizar, mas não sabem dessa possibilidade”, acrescenta o Juiz.
O Presidente da OAB/MS, Mansour Elias Karmouche ressalta a importância do assunto e lembra a decisão favorável do CNJ.
“É muito importante a discussão sobre a matéria uma vez que fomos ao CNJ e a decisão com relação a digitalização dos processos no TRF obteve uma decisão parcial, criando um processo híbrido de digitalização. É importante que os Advogados também tenham essa consciência que estamos trabalhando, mas criamos agora um novo ambiente para resolver essa questão”.
A Juíza Federal Monique Marchioli, salientou que é necessário um trabalho em conjunto.
“Nosso objetivo é principalmente conscientizar os Advogados que é um trabalho de cooperação e que vai beneficiar principalmente na questão da celeridade processual para as partes, para os Advogados e para a Justiça em si. Contamos com a cooperação dos Advogados para que realizemos esse trabalho, porque é um trabalho em conjunto”.
